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teste do eddy

Desapego x Apego - de Ingrid Dalila Engel

28 de jan. de 2011




Desapego... que exercício difícil para nós ainda presos ao ego humano... o apego é uma das maiores ilusões da vida terrena... apegar-se a que? A quem? Apegar-se para que?Se tudo é transitório, se tudo é passageiro...

O apego é uma das fontes de maior sofrimento... quanta dor, quantas lágrimas por nada.

O apego é o mesmo que querermos segurar o vento, o ar... somente com o desapego é que podemos ter... ter o que é da alma... porque nós não temos... nós simplesmente somos... somos o que somos.

O sofrimento do apego se inicia aqui, na Terra, quando presos aos mayas*acreditamos ter posse sobre as coisas materiais; a nossa terra, a nossa terra, a nossa casa, as nossas roupas, a nossa beleza, o nosso carro, o nosso cargo, a nossa posição social, o nosso talão 5 estrelas, o nosso cartão de crédito internacional, a nossa empresa e assim por diante...

Claro que a prosperidade é um direito do ser, é estarmos em sintonia com a energia da abundância cósmica,mas não podemos confundir com posse...

Alguns tem um forte sentimento de apego dentro de um Fusca 64 e outros passarão totalmente desapegados dentro de uma Mercedes 2003... nós aprendemos na Luz e na sombra... temos que perder para darmos valor ao ganhar, temos que passar pela escassez para aprendermos a buscar a abundância; e a vida é uma grande roda, que gira e gira e nós vamos vivenciando todos os desafios, todas as situações para adquirirmos sabedorias... tudo é cíclico... tudo é empréstimo temporário para o nosso aprendizado.

Quanto sofrimento é gerado à alma no momento do seu desencarne, quando, presa aos apegos terrenos... não alcança a Luz porque está olhando as sombras; não atinge um nível maior de consciência porque está presa à inconsciência dos apegos terrenos...

Devemos sim viver os prazeres da terra, com o desapego da alma... vivendo aquilo que a vida está nos proporcionando sem a prisão do medo da perda...

E o que dizermos do apego emocional? Ah... é mais e muito mais dolorido!

Criamos inúmeras vezes na nossa mente, no nosso corpo emocional, a ilusão de que o outro nos pertence, que nós temos posse sobre o outro e também vendemos a ilusão que o outro tem posse sobre nós... e neste jogo emocional vivemos anos,
vidas inteiras e criamos laços carmáticos profundos... e o mais irônico, para não dizer o mais triste, é que nos atrevemos, presos a esta visão distorcida, a chamar isto de amor!

Mas temos que compreender que para atingirmos o Desapego e
o Amor Maior, temos que vivenciar o apego e o amor terreno. São os nossos primeiros passos para alcançarmos a sabedoria dos Mestres.

Nós confundimos apego profundo com desapego e não conseguimos realmente enxergar nossa confusão e a vida faz a parte dela, ou seja, gera o desapego para percebermos o quanto estávamos apegados.

Na minha própria experiência de vida e na minha experiência profissional já tive a abençoada oportunidade de perceber esta distorção.

Na minha mente vêm, neste momento, dois ou três casos recentes que ilustram esta situação e vou citar um deles para que, através de uma profunda reflexão, sirva-nos como um aprendizado, porque a humanidade é interligada e um influencia o outro; o aprendizado de um altera o todo.

A Maria e o João foram casados por quase 20 anos. O João se apaixonou pela Joana e foi embora em busca da sua felicidade, real ou ilusória, não importa aqui.Isto já faz dez anos... O João foi embora mas continuou iludindo a Maria. Não permitia que ela se desprendesse dele. Visitava-a constantemente, a presenteava
sempre, escrevia cartas dizendo da sua ligação com ela, que não conseguia esquecê-la, mas que não tinha forças para deixar a Joana pois ela era tão frágil... tão necessitada dele... e que a Maria sim, era forte, e como ele a admirava por isso e que a Maria poderia compreender e esperar que ele resolvesse
a situação... e que tentaria resolver o mais breve possível e em algumas vezes até deixava transparecer que seu desespero era tão grande que poderia até se suicidar e que a Joana era tão dependente que se ele a deixasse provavelmente ela seria capaz de fazer uma loucura e o que seria dele? E a consciência e responsabilidade dele? Nunca mais se perdoaria. A Joana era tão depressiva...até tomava vários medicamentos... e a Maria nisso tudo? Um verdadeiro exemplo de desapego... negou a própria vida, parou de lutar por suas metas, escondeu-se atrás destas migalhas ilusórias e ficou aguardando esperançosa o retorno do
João; ficou adiando ser feliz por todos esses anos... Quando o João retornasse como seriam novamente felizes!

Desapego? Amor incondicional? Baixa auto-estima? Sim, pode até ser amor mas o amor incondicional é desapego e desapego é amor incondicional... é querer a felicidade e o bem estar do outro e de si mesmo.

Mas para amarmos o outro temos também que nos amar e nos respeitar. Será que não é um apego tão forte, tão enraizado, que não permitimos que o outro seja feliz e num grande auto boicote,
optamos em sermos infelizes para não nos desapegarmos do outro e não permitirmos que o outro se desapegue de nós.

O que aparenta desapego é um profundo apego; tão forte que preferimos renunciar à própria felicidade do que renunciarmos ao outro.

Estejamos atentos aos mayas... aos autoboicotes... às migalhas que acreditamos merecer...

Desapego nos liberta. Apego nos aprisiona.

Exercitemos o desapego das coisas materiais, das ilusões emocionais, dos rancores, das mágoas, de tudo aquilo que nos aprisiona.

Libertemo-nos! Sejamos livres no Desapego!"

* Mayas (do sânscrito): "Ilusão".

Autora: Ingrid Dalila Engel

Fonte:http://agrandefraternidadebrancauniversal.blogspot.com

Por Detrás das Máscaras

22 de jan. de 2011

22 de janeiro de 2011






As pessoas representam diversos papéis em cada encarnação, em cada experiência na fisicalidade. Muitos são protagonistas, outros coadjuvantes, outros tantos antagonistas. São espíritos vivendo e agindo de acordo com o que foi estabelecido para sua vinda neste planeta. Mas são todos papéis deste grande teatro chamado 3D. E de fato, de uma vista mais distante, tudo ainda assim é apenas um ensaio para as experiências superiores.

Todavia, a maioria dos atores se esquecem de que estão num espetáculo, se esquecem de que cedo ou tarde, a temporada irá acabar, e terão que se preparar para outras histórias e experiências. Isso obviamente, ao passo que ajuda a se ter uma vivência mais expressiva, sem precisar analisar ou remoer lembranças de outras vidas, também se torna prejudicial, já que o esquecimento faz com os atores se confundam com seus papéis e percam a noção da realidade. O esquecimento então é uma faca de dois gumes.

Mas o roteiro geral também não ajuda muito na percepção sobre o espetáculo, uma vez que cria de forma arbitrária incontáveis processos mentais induzidos, que fazem dos atores apenas peões, sem capacidade de improvisação ou verdadeira expressão artística. Vemos isso em forma, por exemplo, dos padrões comportamentais, culturais e sociais, que aprisionam o talento de cada ator, impedindo-o de ser tudo aquilo que poderia ser.

Um desses padrões pode ser encontrado na limitação afetiva dos atores. As máscaras ganham importância absurda e o amor como escolha acaba sendo esquecido, totalmente riscado do roteiro original, dando lugar ao conforto estético como forma de expressar algo parecido com tal sentimento, todavia totalmente artificial. Assim sendo, os atores do espetáculo deixam de amar por escolha e amam apenas por associação.

Aqueles cujas máscaras são de mesma origem são amados por conveniência e conforto; aqueles cujas máscaras são caras e adornadas são amados com segundas intenções; aqueles cujas máscaras se enquadram no padrão de beleza pré-determinado pelo roteiro geral são amados por atração sensorial. Todas as outras máscaras são negligenciadas ou odiadas por não se enquandrarem nestas categorias acima, não importa quem são os atores por detrás das mesmas.

E por detrás das máscaras todos são belos e cheios de luz. Mas esta beleza não segue nenhum padrão, bastando-se apenas pela verdade de ser o que é, e desta forma todos conseguem enxergar sua beleza.

A Falsa Beleza

Então, querido leitor, as desculpas para amarmos alguém estão limitadas justamente pelos condicionamentos que recebemos desde que nascemos. Amamos não por escolher amar, mas por associação com os padrões determinados pela sociedade.

Aqui falaremos do padrão estético das máscaras que usamos na forma de seres humanos, e que para qualquer pessoa um pouco mais atenta, soa como completa bobagem limitante da experiência física.

Obviamente quando vestimos estes corpos e ficamos dependentes dos nossos computadores pessoais, nossas mentes, tendemos a seguir a natureza de nossos veículos corporais, já existentes de alguma forma na programação também celular. Então, isso não é algo que devemos considerar ruim. Todavia devemos entender o porquê disso.

Sendo um homem, é lógico que sinto atração por mulheres de determinado tipo, determinada beleza. Todavia isso não é amor, é atração, é química, não tem a ver com escolha, tem a ver com essa programação celular que este veículo, este corpo comporta. Além desta programação celular, há também a programação mental, uma vez que desde o nascimento fui programado pela Matrix para admitir determinado tipo de aparência como belo e outro tipo, como feio.

Contudo, esta programação só pode perdurar se assim você quiser. A partir do momento que se tem noção de que a maioria dos seus pensamentos não vêm exatamente de você, fica muito mais fácil compreender que o modo como vemos o mundo é o modo como querem que nós vemos o mesmo. Então, a partir disso tudo o que você vê como belo ou feio é algo referente apenas a você.

O feio em você é o feio dentro de mim.

Deste modo, não se deve amar alguém por sua aparência, não se deve amar alguém exigindo algo em troca, não se deve amar alguém por conveniência. Este é um amor falso, um sentimento disfarçado que por sua qualidade inconsciente só causará dor e tristeza quando por fim mostrar sua verdadeira face.

Isso então quer dizer que não posso sentir atração por pessoas que considero bonitas? Claro que pode. Isso é atração, é algo físico, algo compatível com seu direcionamento mental e instintivo. Algo completamente natural do ser humano, da experiência física. Mas isso não deve se tornar um ponto de referência para o que é passível de ser amado. Atração é atração, amor é algo muito maior.

Amar incondicionalmente é amar o que está além das máscaras, dos condicionamentos, dos padrões sociais e pessoais de beleza. Amor de verdade não enxerga o óbvio, enxerga o divino em cada um. Não enxerga rostos, enxerga luz.

Aprenda a Enxergar por Detrás das Máscaras

Sim, lá vem o Ego entrando na conversa. De fato, o amor por conveniência ou por atração física, além de falso, é um produto exclusivo do Ego que só consegue enxergar com os olhos e analisar com a racionalidade. Assim sendo, é ele quem limita a maneira como você consegue associar um sentimento positivo a alguém. Costuma pesar os prós e contras, mesmo quando a simplicidade da escolha de amar se faz presente.

Procura beleza, roupa bonita, status social, fama, confiança, postura e tantos outros pré-requisitos que o ato em si, já é uma grande perda de tempo; quando este poderia já estar sendo usado para confraternizar com determinada pessoa interessante. Não falo agora de atração física, falo de aproximação experencial.

A atração física é uma necessídade egóica, natural da experiência humana. Mas a aproximação experencial é a confraternização sincera de espíritos em forma de seres humanos. É algo ao qual damos o nome de amizade. A amizade verdadeira não vê aparência, inteligência ou posição social. Ela é auto-sustentável.

Todavia, mesmo algo tão simples ainda assim não é considerado pela maioria das pessoas. Pois os pré-requisitos para uma aproximação e interação entre pessoas também estão presentes. Então, assim como temos o falso amor em forma de atração física, temos o falso amor em forma de conveniência social. É preciso colocar abaixo todas essas limitações. Nada disso tem utilidade em seu desenvolvimento pessoal. Sinta atração (sexual ou comportamental) por algumas pessoas, mas ame todas as outras.

Vamos na Paz.

fonte:blog particulas da fonte

Chegou a hora das escolhas

21 de jan. de 2011





"A Terra está passando por uma transição na qual energias cósmicas mais potentes e puras começam a permeá-la e a afastar forças negativas que por milênios estiveram aqui instaladas".
Conscientemente ou subconscientemente todos sabem de que se trata quando ouvem falar nessa transição e logo pressentem algo que transformará toda a superfície do planeta. Sentem tensão, temor ou depressão à medida que seus antigos valores vão decaindo. Sobretudo nas metrópoles a decadência das bases desta civilização assume grandes proporções, destruindo o ânimo, a harmonia e o equilíbrio, impedindo que haja paz entre os seres e no interior de cada um. Mas é possível estar diante desta transição planetária de forma inteligente, não como vítima, mas como colaborador das energias superiores, radiantes e luminosas que começam a se implantar. Para isso, importa saber que os pensamentos e as emoções estão em geral mergulhados nesse contaminado campo coletivo de tensão e conflito e que, portanto, não são confiáveis. O primeiro passo é o de tomar consciência de que no próprio ser há um núcleo que está acima dos pensamentos normais e das emoções, um núcleo de harmonia estável, que não se deixa abalar por nenhuma situação externa. Trata-se de aspirar ao contato e à identificação com esse núcleo. O segundo passo é o de aprender a frear a mente para impedir sua tendência a envolver-se com os estímulos desarmonizadores que recebe. Esses dois passos — o do reconhecimento do núcleo de paz interior e o do controle da mente — são fundamentais. Ante qualquer situação conflituosa, esses passos têm grande valor. Outro passo essencial é o de não deixar que a inércia se implante no ser. A tensão e a depressão enfraquecem o corpo de energias, o chamado corpo etérico que, se estiver desvitalizado, leva a pessoa à apatia. É indispensável o correto uso da vontade e a realização de atividades evolutivas. Pessoas que estejam passando pelo assédio de forças psíquicas desordenadas ou que tenham sido abaladas por algum choque ou perda não deveriam isolar-se, nem confirmar esse estado, mas sim ir ao encontro de atividades que possam beneficiar os demais. A higiene, a ordem e a harmonia em si próprio e no ambiente são mais importantes do que se pensa, pois evitam o ingresso em estados de caos. Mantê-las é uma espécie de medida preventiva, profilática, que não deve faltar, dado que as forças conflituosas dos níveis psíquicos se sustentam com essas desarmonias.
Além disso, diante de instabilidades emocionais ou mentais, o relacionamento com o alimento se desestabiliza: a pessoa tanto pode passar a comer em demasia, na tentativa de compensar a desvitalização — o que não resolve, pois sua causa não é física —, quanto pode perder o apetite, por causa da apatia e do desinteresse pela vida. Em quaisquer circunstâncias, a alimentação simples, sem condimentos excessivos, contribui para a regularização dos ritmos orgânicos. É também fundamental manter sempre a própria independência quanto às opiniões e às idéias circulantes, que em geral só confundem; exemplo disso é a ansiedade que se instala em razão da crença de que a saúde do corpo se perde se não se dorme bem. Se a pessoa não consegue dormir, em vez de se deixar levar por essa ansiedade ou pela angústia, deveria usar criativamente o tempo, realizando alguma tarefa útil e assim buscando disciplinar a atividade mental. Quando desordenada, é ela a principal causa de insônia. Um poderoso auxílio no restabelecimento do equilíbrio é ouvir peças musicais inspiradas. Obras de qualidade elevada são capazes de reorganizar as energias da pessoa e podem ser curativas, tanto quanto uma boa leitura. Enfim, a fé, a autodisciplina e a ausência de especulações mentais levam ao contato com a vida interior, encontro que não pode ser adiado nos tempos que correm. Essas sugestões são preliminares para viver em paz interior e com sabedoria a época atual. Quando alguém as adota com determinação, pode canalizar e irradiar as energias do porvir num mundo que hoje está desorientado."
por Lucya Janeth Vervloet Fonte:http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com

O Eu Superior




O
homem sempre soube
bem no fundo que era mais do que carne e ossos; que era mais que um animal pensante; que era mais do que suas limitações. O Ego, todavia, sempre o impediu de chegar ao conhecimento de sua real natureza. Aqueles que conseguiram, sentiram a paz que tanto buscaram ainda no mundo material, descobrindo que esta vida é apenas um passeio.

Como definir quem somos? Como explicar por que sorrimos, por que choramos? Por que às vezes sorrimos diante do pânico? Por que choramos de alegria? De onde vem nossa criativdade, sensibilidade e intuição? É inteligente acreditar que este corpo frágil, limitado e com prazo de validade seja responsável pelo que somos? Que não somos mais nada além de máquinas biológicas pensantes? Seria a razão irracional?

Não, o homem pensa, portante é. O homem entende, portanto é. O homem ama, portanto é. O homem cria, portanto é. Se ele é, não pode deixar de ser. Não pode simplesmente fechar os olhos e nunca mais ser. Como o homem, que é criador de sua própria realidade, pode deixar de ser? Isso é completamente nonsense.

Mas quem é o homem? O corpo que anda ou a consciência que fá-lo andar? O corpo que fala ou a consciência que fá-lo falar? O corpo que age ou a consciência que fá-lo agir? Sem nossa consciência, o corpo segue sozinho? Sem alguém para animá-lo, ele pode fazê-lo sozinho? Nós dois sabemos a resposta.

Somos Mais Que Nós Mesmos

Não há vida sem consciência. Não há existência sem consciência. Isso é tão obviamente bobo que é difícil compreender como o homem duvida de quem realmente é. A carne foi criada para suportar a consciência, a alma, o espírito. É uma máquina. Um robô que sangra, que vaza, que precisa de reparos. Cujo HD nem sempre funciona como deveria, assim como seus softwares, que sempre precisam ser reprogramados.

Quem você é não é este que está refletido no espelho, é O que está além. Está além dos limites do físico, da mente e das palavras. Está além de qualquer coisa que este mundo denso consegue criar para si. Você é algo maior, mais belo, leve e conciso. Você é um espírito com um começo e sem um fim. Você na essência é imortal. Está neste mundo de forma passageira, como sempre estará. Você não é paulista, carioca, gaúcho ou mineiro. Também não é brasileiro, sulamericano ou terráqueo. Você é um cidadão do cosmos. Um cidadão divino.

Você tem dons e poderes que mal se pode imaginar neste mundo tridimensional. Você sabe e vê muito mais do que os olhos humanos conseguem vislumbrar. Você irradia mais energia do que uma usina nuclear. Você É.

O Eu Superior

O Eu Superior é o que você é, sempre foi e sempre será. Ele está sempre em conexão com o seu ego, sendo que este não consegue notar a presença daquele. E quando o faz, luta bravamente para não lhe dar ouvidos. Mas seu Eu Superior sempre estará lá, quer você saiba ou não, pois sem ele seu ego não existiria. O seu Eu Superior é o espírito. O espírito é você.

O espírito é independente da matéria, vive no etéreo, onde todas as leis da física não existem. Ele não usa palavras, pois não há necessidade. Comunica-se por vibrações e percepções. Ele não vê com os olhos, vê com o “corpo” inteiro, em 360º, tudo ao mesmo tempo. Ele não escuta com ouvidos, sente a vibração com toda sua essência. Ele não pensa com o cérebro, pois ele é a consciência, ele é quem faz o cérebro pensar. Ele não pensa, ele observa. Ele não acha, ele sabe.

A partir de sua criação, o espírito tem como único objetivo evoluir até a perfeição; até atingir o nível de perfeição da fonte primordial. Ele experimenta a si mesmo e a todas as probabilidades, situações e diversidades, sempre dando um passo adiante. O espírito inevitavelmente encontrará a ascensão, cedo ou tarde.

Por Que Estamos Aqui?

O Criador Absoluto, Aquele Que É, sempre soube quem era e qual sua essência e perfeição. Ele Sabe. Todavia, saber não é o mesmo que experimentar. Ele então, com um pensamento primordial decidiu experimentar-se e a todas as possibilidades. Dividiu-se sem se dividir, multiplicou-se sem se multiplicar, moveu-se sem se mover, pois ele É e sempre Foi Tudo O Que Existe. E todas as suas partes continuaram no lugar, continuaram sendo Ele Mesmo, todavia adquirindo suas próprias personalidades e consciências. Ele Criou.

Foi então que houve o primeiro começo de tudo. Antes, O Tudo O Que É sempre tinha sido tudo o que havia. Agora, Ele havia criado, dado um começo a tudo que então passou a ser. Após sua criação, Aquele Que É aparentemente não mais criou a partir da fonte primeva. Todas as suas partes tornaram-se criadoras, uma vez adquiridas as próprias personalidades. Então, Aquele Que É passou a criar através da criação de suas partes.

Suas criações, por serem primordiais, só não eram (e não são) mais perfeitas que o próprio Criador Absoluto, mas continham tudo o que Aquele Que É continha, todavia em menor escala. E partir do momento em que elas passaram a criar e a experimentarem a si mesmas, as partes da Fonte Primordial foram se espalhando e multiplicando por toda a existência. Eis quem somos: Partículas da Fonte Primordial .

Somos parte de Tudo O Que É, somos iguais à Fonte, porém em um nível ínfimo. Somos derivados do Criador, somos suas partículas menores experimentando e criando assim como todas as suas partes o fazem. E assim como tudo o que existe abaixo de Aquele Que É, estamos em busca da perfeição máxima. Estamos em busca da ascensão. Estamos na evolução eterna. Mas somos como o todo em uma escala menor. Se você já leu o post sobre o Universo Holográfico, entenderá com mais facilidade esta verdade.

Por que estamos aqui? Para buscarmos nossa evolução. Viemos para este mundo pesado para chegarmos ao nível mais alto possível em nossa corrida eterna. Quando este universo foi criado há bilhões de anos e as primeiras formas de vida surgiram, fomos voluntários para embarcar neste passeio intenso e pesado. Ninguém veio à força. À medida que evoluíamos, mudávamos de “casa” (planeta) e experenciávamos todas as probabilidades deste mundo físico. Tínhamos mentores em frequências e mundos mais elevados, que nos davam todos os elementos necessários para nossa evolução. Eram nossos “anjos da guarda”. Porém...

A Armadilha

A dualidade não é um atributo exclusivo desta terceira dimensão. Ela ocorre em outras frequências e percepções acima das nossas. E ela foi a responsável pelo descarrilhamento deste Universo. Em outras densidades, mas ainda neste Universo, entidades mais altas e evoluídas começaram a se corromper desenfreadamente por causa da dualidade, criando discórdia e um mal estar onde deveria haver apenas paz.

Rebeliões ocorreram, problemas gigantes de época em época por todo o nosso Universo. Um desses grandes problemas aconteceu em nossa casa, nossa galáxia há mais de 700.000 anos, provocando muita confusão e dor, que perdura até os tempos atuais. O ser humano (ao longo de muitas e muitas manipulações genéticas), por todo este período vem sendo um “bode expiatório”, sempre levando a pior nos finais de cada era. Civilizações majestosas e avançadas tecnológica e espiritualmente se ergueram e caíram diversas vezes, corrompidas pelo orgulho e pela influência negativa de outros seres.

Há mais de 10.000 anos, muitas entidades remanescentes de problemas antigos juntaram-se e declararam-se os reis, manda-chuvas, donos desta parte do universo e começaram um plano absolutamente cruel e perfeito para manter o controle de seus “inferiores”. Eles criaram a Matrix. Não me refiro à Maya, a ilusão do Universo Holográfico, refiro-me à ilusão terrestre.

Estas entidades são muito mais elevadas do que nós, não conhecendo as angústias do tempo, pois desde sempre transcendiam a linha temporal e física desta densidade. Eles não mostravam a cara para nós, agiam (e continuam agindo) por detrás das cortinas, manipulando manipuladores e manipulados. Muitos de suas marionetes fizeram trabalhos sujos, como os tão comentados Anunnaki, que cansaram de fazer experiências com nossos ancestrais, uma delas resultando no que somos hoje como raça humana. Estas entidades são o topo da pirâmide, aquele que não se pode ver, acima de tudo o que se conhece. Eles são o governo oculto.

Estão por detrás de tudo o que você já ouviu. São eles que controlam aqueles que controlam os Illuminati. São eles que ditam as regras. E uma dessas regras criadas, acabou por prender os espíritos que encarnam como seres humanos num ciclo contínuo de nascimentos e mortes. A Matrix não é apenas a 3ª dimensão, está também a algumas frequências da nossa até os limites desta parte da galáxia. E lá eles lhe impõem como dever e penitência, não lhe dando opções de escolha, a volta a este mundo para a redenção do espírito, distorcendo a lei natural da causa e efeito, tornando-a o que chamamos de Carma (falaremos mais sobre isso em breve). E o espírito, ainda viciado e dependente da matéria, pela total falta de conhecimento real sobre o que é o livre arbítrio, volta a este mundo para começar tudo de novo, vida após a vida.

A Liberdade

O Eu Superior deseja sempre ser livre, evoluir e buscar a perfeição. Mas não o pode fazer enquanto estiver preso à ilusão criada para este mundo. E a única maneira de libertar quem você é realmente, é elevar sua consciência a um ponto em que a conexão entre você e seu Eu Superior seja permanente. Só assim, no momento em que você desencarnar não será puxado pela Matrix de volta, pela falta de entendimento de sua real natureza.

Sabendo 24 horas por dia quem Você É, ninguém poderá enganá-lo com regras e penitências, nem obrigá-lo a fazer algo contra sua vontade, violando seu livre arbítrio. Busque a ascensão e nunca mais precisará reencarnar neste mundo por obrigação, apenas por livre escolha.

O caminho é longo para se libertar, mas vale a pena. E qual o meio mais eficaz para encontrar seu Eu Superior? Meditação.

Fique na Paz.

fonte : blog particulas da fonte









A Presença Máxima




A
matéria nubla as percepções
e mantém o indivíduo alheio a si mesmo, tentando viver uma existência exterior, negando à própria presença interior. A ilusão de Maya é tão densa que a verdadeira consciência perde o controle sobre a inteligência artificial criada para o propósito experencial do mundo físico: o Ego. Deste modo, ao longo dos anos, o indivíduo, que em seus primeiros anos de vida mantinha a conexão fluente, se vê andando sem rumo, atrelado ao tempo, ao incerto e às inutilidades que Maya lhe oferece.

Mas há uma conexão que sempre pode ser estabelecida, que liga o corpo físico à consciência superior, que mantém a fluência da verdade sobre as ilusões da fisicalidade, e que traz o verdadeiro entendimento sobre sua própria existência. Veja, querido leitor, que esta conexão pode ser estabelecidade por qualquer um, desde que se trabalhe firme e conscientemente para esta finalidade. Todos temos capacidade de voltarmos a ser quem somos, poucos são os que conseguem. Esta conexão se chama Unidade Interior ou a Presença Máxima.
A Presença Máxima se dá quando estabelecemos uma conexão intensa e verdadeira com nosso Eu Superior, que pode durar pouco, mas sempre estar presente em nossas vidas, ou ser permanente, sendo neste caso um dos indícios do despertar total, da Iluminação. Tal conexão liberta as principais amarras que prendem nossas consciências ao ego e à ilusão física, nos dando novamente o essencial para podermos experimentar nossas existências físicas: a consciência espiritual. Sem ela, somos apenas deuses que pensam serem máquinas biológicas vivendo num ambiente vazio e sem sentido. Muitos de nós tem o conhecimento espiritual, mas não a consciência espiritual, que apenas se consegue ao estabelecermos a Unidade Interior, pois neste instante temos total entendimento de nós mesmos. Deste modo o conhecimento dá lugar ao saber.

A Unidade Interior, querido leitor, se dá quando conseguimos quebrar todas as principais ilusões de Maya de uma única vez e finalmente abraçarmos nosso Eu Superior. Neste instante alcançamos a verdadeira liberdade, a liberdade primordial da raça humana: a liberdade espiritual.

A Presença Máxima

O único meio de alcançarmos a presença total, querido leitor, é nos libertando de todas as ilusões. Deste modo, devemos eliminar de uma vez por todas as principais falsidades que nos movem na matéria: o tempo, o ego e a própria fisicalidade. Somente assim, podemos chegar ao ápice espiritual na Terra. Não podemos mais nos deixar influenciar pelo que a Matrix nos oferece e nem podemos mais nos identificar com suas ações, mesmo que afetem diretamente nossa existência na matéria.

O tempo não existe. Tudo o que existe é o momento máximo chamado agora. Não há como se libertar espiritualmente da matéria, estando preso ao conceito temporal. A existência superior não se dá no tempo, está muito além dele. A Presença Máxima é a conexão com nosso Eu Superior, mas ele vive no não-tempo, no agora perpétuo. Deste modo só poderemos realizar a conexão quando também nos encontrarmos num estado não temporal. Viver o agora, querido leitor, nada mais verdadeiro.

O ego não existe. Ele é uma presença ilusória que se faz presente apenas na mente física, para moldar nosso entendimento e adaptá-lo ao mundo material, sendo ele o único responsável pelo raciocínio lógico. O pensamento primordial não se formula no cérebro, este apenas o traduz, mas no corpo inteiro, pois a consciência não é localizada. Todavia, 90% de todos os nossos pensamentos não têm origem em nós mesmos, são externos, sendo absorvidos pelo ego que se condiciona a pensar serem seus. A libertação do ego é essencial para estabelecer a conexão, não acontecendo de maneira contrária. E para fazer isso é necessário aprendermos a entrar no estado da não-mente, isto é, do não pensar, cujo meio mais eficaz é a meditação, podendo depois de um tempo ser alcançada mesmo de olhos abertos.

A matéria não existe. A concepção racional da ilusão material apenas se dá na mente, e só podemos absorvê-la de início por meio do raciocínio material. Isto se dá justamente por grande parte das pessoas ainda não estarem libertas tanto do tempo quanto do ego. Quando se liberta destes dois, a verdade da não-verdade da matéria deixa de ser fundada no raciocínio e passa a ser compreendida interiormente, pois a consciência começa a se fazer prevalecer e atuar mais frequentemente no seu campo existencial. Deste modo, somente assim podemos ter o verdadeiro entendimento a respeito da ilusão material, não nos baseando mais em raciocínios, e sim, no conhecimento interno.
Quando as três ilusões são desfeitas e a consciência se foca apenas na presença de si mesma, realizamos a conexão e a presença é total. Esta é a Unidade Interior. Todavia a consciência neste momento deve se focar em sua presença por meio do chakra do coração, que é a verdadeira porta para entrarmos em nós mesmos. A atenção que damos ao chakra do coração e a presença da consciência, se dá naturalmente usando o terceiro olho, quer estejamos conscientes ou não (isto se você já tiver algum nível de espiritualidade desenvolvida), portanto não há a necessidade de falarmos dele agora. Veja, querido leitor, que tudo o que você precisa para interagir com seus chakras é a imaginação. Lembre-se de que ela não vem da mente racional, portanto tem o poder de fazer valer sua vontade e por meio de si mesma já se basta.

Sentindo a Presença

Não há truques mágicos, pois tudo depende de cada um, mas podemos dar atalhos que sirvam para auxiliar a descoberta e libertação pessoal. Como dissemos, antes é necessário se libertar do tempo e do ego, e por conseguinte do raciocínio lógico a respeito da ilusão deste mundo, para se poder alcançar maiores vôos. A partir do momento em que tal libertação se faz presente, apenas a sua vontade e dedicação o impedem de alcançar a unidade interior. Lembre-se, querido leitor, a responsabilidade por sua vida sempre foi e sempre será sua.

A imaginação é um dos grandes veículos existenciais, pois baseia-se na criação expontânea de uma determinada realidade física, teórica ou espiritual. Na maioria das pessoas ela é teórica, em outras, física, como em artistas, inventores e escritores, que tornam reais na matéria os produtos de suas imaginações. A possibilidade espiritual é muito grande e a reconhecemos quando trabalhamos com chakras, por exemplo, já que precisamos localizá-los e imaginá-los devidamente em nossos corpos. E é ela, a imaginação, que usamos para poder colocar nosso foco na presença interior.

Devemos sentir por meio da imaginação que há algo mais dentro de nós, pode ser uma luz, uma chama, um vórtice, não importa, e sempre nos mantermos focados nisso. Quando isso é realizado, a mente automaticamente se desvencilha do tempo, do ego e da fisicalidade, concentrando-se apenas naquele ponto. Com o tempo, podemos direcionar nosso foco em duas frentes diferentes, esta já citada e a observação. O que seria esta observação? Seria a neutralidade total, o não pensar, apenas absorver, sem tentar formular teorias a respeito daquilo que é observado. Mantendo o foco em si mesmo e aprendendo a enxergar sem tentar analisar, você estará em plenas faculdades espirituais. Isso, obviamente não é fácil e precisa de muita dedicação.

Portanto, ao focar em si mesmo, você estará sabendo quem é, consciente de sua divindade e de que é algo muito maior, e ao manter-se alheio à ilusão do ego, do tempo e da fisicalidade, você também se põe no papel de sua divindade, não apenas na teoria. Isso, mesmo a curto prazo, fortalece sua espiritualidade e facilita o estabelecimento da conexão, que quando acontece, nos traz sentimentos e sensações tão fortes e maravilhosas, que palavras não bastam para explicar. Só sentindo mesmo. E esta conexão precisa ser alimentada sempre para que mesmo em momentos que vá embora, não fique muito tempo longe de nós.

Há pessoas que alcançaram o Despertar Total, a Iluminação, e mantém a Presença Total 24 horas por dia, outros tantos ainda não chegaram a este ponto, e só conseguem mantê-las por períodos limitados, mas sempre presentes em seus dias. Todavia, o importante não é o tempo que se mantém a conexão, mas realizá-la de fato. Lembre-se, querido leitor, que não podemos dizer exatamente como você poderá encontrar a unidade interior, pois isso é subjetivo e inerente a cada indivíduo, mas os pequenos atalhos que indicamos já devem ajudá-lo a chegar lá. Mantenha o foco em você mesmo, pare de analisar o mundo ao redor e apenas esteja no agora. Assim, querido leitor, você inevitavelmente chegará lá.

Fique na Paz.
PS: Cada pessoa guarda em seu código genético a informação de como realizar a conexão, que aflora assim que algumas coisas pré-determinadas acontecem, como essas três que citamos: o foco em si mesmo, a não-mente e a permanência no agora.

fonte: blog particulas da fonte

O Efeito Sombra

O Efeito Sombra

A sombra é um termo utilizado na psicologia para definir nosso lado oculto, nossos defeitos, nossos medos, complexos, aquilo que acreditamos ser feio e escondemos dos outros. É aquilo que não queremos ver, o lado negro, uma energia que nos prejudica, sentimos a sombra como uma parte negativa da nossa personalidade.

São aspectos de nós mesmos que tentamos a todo custo negar, esconder e este não é o melhor caminho, esconder a sombra é o mesmo que deixa-la na escuridão, quando o que nos ajudará, será traze-la para a luz, ou seja, ter consciência do nosso lado negro, de nossas sombras, pois só assim poderemos crescer.

Não podemos simplesmente ignorar esse lado e esconde-lo. Precisamos trabalha-lo, não adianta bater de frente, ir contra essas características que tentamos a todo custo esconder, precisamos aceitar esse lado, aceitar nossos “defeitos”, nossas dificuladades, nossos medos e complexos.

Conhecemos boa parte desse lado negro conscientemente e escondemos tais características que achamos feio ou não gostamos dos outros e uma outra parte que inconscientemente negamos saber. Um caso clássico de negação é a inveja, o preconceito, a maldade. "Eu não sou invejoso, eu não sou preconceituoso, eu não sou mau".

A formação da sombra ocorre paralelamente ao desenvolvimento do ego. O que não combina com o desenvolvimento do nosso "ego ideal" , nosso pensamento idealizado do ser, aquilo que desejamos ser, que pensamos que é o certo, o mais bonito, o mais humano, etc. Esse pensamento é reforçado pela família, cultura, sociedade.

“Menino, não fala isso que é feio, não faz aquilo que é mais feio ainda”.
“Não fale, não faça, não pense, não sinta”.


Tudo que escondemos conscientemente e até inconscientemente para nos sentir amados, aceitos, sociáveis, de acordo com aquilo que idealizamos do nosso ser perfeito, torna-se a sombra.

Quando enxergamos a sombra e trabalhamos com ela, ao invés de ir contra, brigando ou negando-a, começamos o processo de mudança.

Quando na escola realizávamos uma equação matemática e errávamos no resultado final, tínhamos que voltar do começo e descobrir onde estava o erro, às vezes fazíamos o cálculo novamente e errávamos no mesmo ponto, não enxergávamos onde estávamos errando. Um amigo ou a professora nos auxiliava a identificar esse ponto.

A sombra é esse ponto, pois é isso que nos impede de crescer, é ela quem trapaceia nossos objetivos. Um psicólogo pode te ajudar como a professora te ajudou um dia, MAS, estamos num momento onde tudo favorece que nós mesmos descubramos e reconheçamos nossas sombras.

Estamos entrando na luz, uma parte da galáxia já se banha nela, uma época apocalíptica(revelação), lembra? Não são só as conspirações, as manipulações, as mentiras que serão reveladas. Tudo está acontecendo no individual e no coletivo. Nossas sombras desejam sair, elas vão aparecer com a ajuda dessa luz. O Universo conspira a nosso favor, está nos ajudando, estamos saindo das trevas para ser banhado por luz. A galáxia está saindo das trevas para entrar na luz. Nós precisamos conhecer e aceitar nossas trevas para receber a luz.

Então, vamos entender mais sobre nossas sombras:

O Ego esconde tudo que cremos e o que não aceitamos em nós e para cumprir essa tarefa ele construí uma máscara (ou várias) para provar aos demais que não temos tantos defeitos, que não somos tão inferiores, sem valor e como podemos temer quem somos.
Para ocultar, criamos um personagem com pacotes que cremos que nos trará mais amor, atenção e aceitação que tanto desejamos.

Criamos máscaras que achamos que nos levará onde queremos e essas máscaras tem várias formas. As partes que escondemos de nós mesmo e dos outros, julgadas erradas por nós está gritando para sair, para ser livre, aceita e amada como parte valiosa do que somos.

Precisamos identificar quais são nossas sombras e aceita-las. A melhora e evolução é conseqüência desse primeiro passo.

Quando julgamos alguém, estamos refletindo o que somos nos outros, estamos julgando algo em nós mesmos. Pense bem, já vivemos milhões de vidas, nossas sombras não escondem apenas o que somos hoje, escondem aquilo que achamos imperfeito há milênios. Existem resquícios mal trabalhados em nós há muito tempo.

Por exemplo, pessoas muito moralista, que não aceitam mudanças, sexo antes do casamento, que julgam ou agridem homossexuais na rua ou dentro de suas casas, são sombras que ainda não foram trabalhadas.

Quantos homens extremamente moralistas, bem casados, com lindos filhos, posição machista para o mundo, não se encontram as surdinas com outros homens? A maioria são homens que COMBATEM o homossexualismo com afinco. É um exemplo extremo, não exagerado, mas que nos auxilia a compreender um tipo de sombra extremista.

É o caso de alguém que tenta destruir a tentação do mundo exterior quando essa tentação está no mundo interior, inconscientemente sabemos que o perigo real está no seu mundo interior. É por isso que ocultamos na sombra.
Em vez de aceitar e reconhecer que nem tudo é negativo, e se animar com pensamentos positivos, a sombra te anima a resistir e se resistir ela persistirá.

Combater não é o caminho, mas sim a aceitação.


Nos projetamos nos outros, por isso há tantos ensinamentos que falam sobre não julgar, mas pense, para não julgar precisamos nos lapidar antes, continuaremos a julgar enquanto nos projetarmos no outro. Por isso as pessoas julgam tanto, só vamos parar de julgar quando não mais refletirmos aquilo que achamos horroroso em nós mesmos, que não aceitamos. Quando apontamos o dedo, três deles apontam em nossa própria direção.

“Se você não se ocupar da sua sombra, ela se ocupará de você”.

Temos que desenterrar e reconhecer em nós tudo que está nos causando dor e quando fizermos isso, nossa própria consciência se prestará ao serviço no processo de transformação. Não é combater e sim identificar.

Precisamos ser capazes de reconhecer e expressar todo tipo de dor, se não fizermos isso, essas emoções contidas, se alojarão no corpo e nos fará reagir inconscientemente. As doenças do corpo estão intimamente relacionadas com suas emoções e bem ou mal estar. São as expressões da alma.

Pensar que a saúde está separado de suas emoções está errado, estão mais que conectados.

A obesidade, a diabete, enfermidades do coração, câncer, são todos resultados de moléculas inflamatórias crônicas não processadas, em paralelo com o mundo psicológico, emocionais e experiências.

Cada um de nós está sob um nível de stress, que nos afetam de acordo com nossos filtros, mas não é o que comemos ou bebemos que nos intoxicam, o mais intoxicante são os mesmos pensamentos e emoções que se arrastam por anos.

Nossa cultura nos diz o contrário, entra em jogo a hereditariedade, as fraquezas do corpo de cada um, mas são nossos pensamentos e emoções que afetam os orgãos do nosso corpo.

Reprimir nossas emoções pode parecer uma solução, mas estamos apenas escondendo em outro lugar.

Você é seu maior amigo ou inimigo.



Em todas as situações boas ou ruins, estamos sempre aprendendo.

Duas pessoas podem passar por uma mesma situação de um nível extremo, mas assimilam de forma completamente diferente. A morte de entes queridos, guerras, abandonos, problemas financeiros...
Algumas seguem suas vidas de forma extraordinária, enquanto outras se vêem presas naquela situação e não seguem adiante.






Tudo se baseia no amor...porque estamos aqui para dar e receber amor.
Se você não enfrentar a sua escuridão nunca encontrará a luz.

E não adianta pensar que você não tem uma sombra, não é uma doença patológica, todos temos. É o medo que não deixa enxergar.

Carl jung denonimou a sombra, como a pessoa que preferimos não ser.


Enfretar a escuridão é aceitar o que somos, aquilo que não gostaríamos de ser mas somos. E o único meio de estarmos em harmonia com o que somos é perdoando.


Perdoe-se! Só aprendemos a perdoar o outro quando aprendemos a nos perdoar.

O perdão nos liberta.

Converse consigo mesmo, nós conseguimos identificar o que está nos causando dor, o que estamos sufocando dentro de nós, converse com seu ego, não lute contra aquilo que você não quer ser, aceite.
O processo seguinte é fácil, a natureza toma seu curso, identifique suas sombras e perdoe, a mudança de comportamento é conseqüência, essa é a chave para evolução, unir vontade e ação.

Nossa capa exterior, nossas máscaras, nos protegem do mundo, mas nosso verdadeiro tesouro se esconde dentro de nós.


Nosso medo mais profundo não é que somos inadequados, mas que somos imensamente poderosos. É nossa luz e não a escuridão que nos assusta, por isso tantos ainda estão presos a arquétipos. Ver a luz no outro é mais fácil que ver a luz em si mesmo.

Você precisa identificar, se assumir, se adaptar as mudanças que quer realizar. Você só precisa ser você!

“O ouro que procuramos se encontra na obscuridade”.




Eu me perdôo por não amar o suficiente
Eu me perdôo por pensar que sou estúpido
Eu me perdôo por me sentir inferior
Eu me perdôo por beber demais
Eu me perdôo por comer demais
Eu me perdôo por odiar meu corpo
Eu me perdôo por não fazer o que penso
Eu me perdôo por gritar com meus filhos
Eu me perdôo por...

Liberte-se!

Assista o documentário Efeito Sombra, a gracinha da minha amiga Iara do Conexão Sirius me indicou e foi realmente emocionante assistir. A legenda está em espanhol, mas é possível entender. Veja aqui.

fonte:
Assista o documentário Efeito Sombra, a gracinha da minha amiga Iara do Conexão Sirius me indicou e foi realmente emocionante assistir. A legenda está em espanhol, mas é possível entender. Veja aqui.

fonte _texto tirado do blog particulas da fonte





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